O Salgado da Figueira da Foz
O Salgado da Figueira da Foz é um complexo de salinas com três regiões bem demarcadas: Ilha da Morraceira, Lavos (margem sul do estuário do Mondego) e Vila Verde (margem norte do estuário do Mondego). As salinas da freguesia de Vila Verde encontram-se hoje em dia extintas.
As salinas do Salgado da Figueira da Foz possuem uma tipologia e tecnologia de produção com especificidades que não se encontram noutras regiões salineiras de Portugal, nem da Europa, tendo sobrevivido até aos nossos dias com uma técnica artesanal cuidada e bem adaptada ao meio.
As Salinas da Figueira da Foz
As salinas do Salgado da Figueira da Foz possuem uma tipologia e tecnologia de produção com especificidades que não se encontram noutras regiões salineiras de Portugal, nem da Europa, tendo sobrevivido até aos nossos dias com uma técnica artesanal cuidada e bem adaptada ao meio.
As Salinas da Figueira da Foz
As salinas do Salgado da Figueira da Foz possuem uma tipologia e tecnologia de produção com especificidades que não se encontram noutras regiões salineiras de Portugal, nem da Europa, tendo sobrevivido até aos nossos dias com uma técnica artesanal cuidada e bem adaptada ao meio.
Margens do estuário do Rio Mondego
Encontramos o Salgado da Figueira da Foz nas margens do Rio Mondego. Aqui, as salinas convivem atualmente com a aquacultura semi-intensiva, numa região urbana e industrial. Mas a sua configuração intrincada de salinas ladeadas por canais de água (esteiros) e vegetação típica de zonas salgadas permite-lhe manter um património natural único em equilíbrio com as atividades envolventes.
Margens do estuário do Rio Mondego
Encontramos o Salgado da Figueira da Foz nas margens do Rio Mondego. Aqui, as salinas convivem atualmente com a aquacultura semi-intensiva, numa região urbana e industrial. Mas a sua configuração intrincada de salinas ladeadas por canais de água (esteiros) e vegetação típica de zonas salgadas permite-lhe manter um património natural único em equilíbrio com as atividades envolventes.
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Séc. XII
As salinas da Figueira da Foz foram armadas junto ao mar no Séc. XII. Em zonas recuadas, para evitar as neblinas matinais.
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Séc XVII
O nível de produção de sal no salgado da Figueira da Foz torna-se estável, ao contrário de outras regiões também produtoras de sal que oscilavam entre períodos de abundância e carência.
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Séc. XVIII
Intensifica-se a atividade salícola. O sal português é exportado para toda a Europa e, devido à sua qualidade, vendido a preços substancialmente superiores ao que era produzido nas minas da Europa Central.
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1970
As alterações drásticas no mercado e nos circuitos de comercialização iniciaram a desvalorização progressiva do sal produzido artesanalmente.
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Final anos 80
Observa-se o abandono da atividade por um grande número de produtores e um progressivo aumento do número de aquiculturas, por conversão de salinas inativas, facilitado por fundos da União Europeia.
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2007
Inauguração do Núcleo Museológico do Sal
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2017
Pedido de inscrição da manifestação «Conhecimentos tradicionais da produção artesanal do sal marinho da Figueira da Foz» no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (INPCI)
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2020
Abertura de procedimento para Classificação da Salina Corredor da Cobra, integrando o Armazém de Sal e o Núcleo Museológico do Sal, como Sítio de Interesse Municipal.
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2022
Início do projeto Quinta Ciência Viva do Sal
A produção de sal tradicional segue práticas seculares que se baseiam num trabalho manual, muito próximos dos trabalhos agrícolas …
As condições únicas das salinas artesanais – elevadas concentrações de sal e grandes flutuações de temperatura e volume de água – favorecem…
A produção de sal tradicional segue práticas seculares que se baseiam num trabalho manual, muito próximos dos trabalhos agrícolas …
As condições únicas das salinas artesanais – elevadas concentrações de sal e grandes flutuações de temperatura e volume de água – favorecem…
